Pesquisa em Design + Teoria do Horror
Memepédia
da Bestialização
Feminina.
Cada imagem viralizada tratada como documento: catalogada, datada, atribuída e lida à luz da teoria do monstruoso-feminino.
Sumário
Três pilares
Acervo de Memes
Galeria interativa, filtros combinatórios por agente, espectro político e estereótipo. Escala estética entre Grotesco Clássico e Kitsch Político.
Explorar acervo
Linha do Tempo
Rastros de resistência: 1832—2026. Do Jornal das Senhoras à Marcha das Margaridas, à bancada feminina ampliada.
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Estereótipos
Os estereótipos do monstruoso-feminino com referência teórica e exemplo cinematográfico.
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Sobre o projeto
Da sala de aula para o acervo público
Um estudo sobre design, feminismo e teorias do horror. Dada a efemeridade dos posts de redes sociais, construímos um arquivo público dos memes analisados — para que a crítica não desapareça com o algoritmo.
Ler mais sobre o projeto →"A MISOGINIA NA POLÍTICA NÃO POSSUI EXCLUSIVIDADE IDEOLÓGICA: O PATRIARCADO É O EMISSOR PRIMÁRIO."
Esta plataforma reúne, classifica e disseca o vocabulário visual da bestialização — e registra a genealogia da resistência que esse vocabulário tenta apagar.